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O QUE É NEDA4?

O QUE É NEDA4?

 

NEDA é um termo originado de uma sigla em inglês, que significa “nenhuma evidência de atividade da doença” (nevidence of disease activity). Na prática, os médicos utilizam o termo para se referirem ao grau de atividade (ou de controle) da esclerose múltipla sob 4 medidas-chave na avaliação da progressão da doença. São elas:

1. surtos;

2. progressão da incapacidade;

3. lesões nas imagens de ressonância magnética (IRM);

4. atrofia cerebral.

Quando esses 4 parâmetros estão devidamente controlados, é dito que o paciente apresenta “NEDA4”.

Entenda cada aspecto que compõe o NEDA4:

1. Surtos:1 os surtos também são chamados de exacerbações, recaídas ou crises. A gravidade e a duração de cada surto variam de pessoa para pessoa e de surto para surto. Não há uma regra. Os médicos quantificam a frequência com que ocorrem os surtos numa medida chamada taxa de surto anualizada. Geralmente contam a frequência dos surtos por ano desde a ocorrência do primeiro surto.

2. Progressão da incapacidade: com a frequência dos surtos e a perda de volume cerebral, há um aumento da incapacidade do paciente, ou seja, a pessoa passa a ter mais dificuldades para andar, falar, fazer movimentos que exijam força muscular (capacidade física), e também para realizar tarefas que exijam concentração ou memória (capacidade cognitiva). Para avaliar o nível de incapacidade neurológica ocasionado pela esclerose múltipla, os médicos utilizam uma escala chamada Escala Expandida do Estado de Incapacidade (com uma pontuação que varia de 0 a 10).

3. Lesões nas imagens de ressonância magnética: a ressonância magnética é um exame de imagem que mostra com exatidão a ocorrência de lesões no cérebro. As lesões cerebrais podem ocorrer mesmo antes da manifestação dos sintomas físicos, ou seja, antes do primeiro surto.

4. Atrofia cerebral: é a perda de volume (tecido) ou massa cerebral. Através dos exames de imagem, o médico consegue verificar a velocidade com que o paciente perde a massa cerebral e o tamanho desta perda. A atrofia cerebral está relacionada e pode predizer a progressão da incapacidade física e cognitiva em longo prazo.

Veja a matéria completa e ilustrada em esclerosemultipla.novartis

Fonte: Esclerose Múltipla.Novartis

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