Pessoas com EMPP podem responder à imunoterapia

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Um estudo realizado em 2014 sugere que algumas das pessoas que vivem com a Esclerose Múltipla Progressiva Primária (EMPP) podem se beneficiar pelo tratamento através de imunoterapia.

Algumas pessoas com EMPP fora analisadas com a ajuda de um biomarcador para mostrar a atividade inflamatória altamente ativa no estudo publicado na revista “Annals of Neurology” em julho (Villar et al., 2014).

Os resultados sugerem que os tratamentos atualmente disponíveis para pessoas com EM também podem ter um papel no tratamento de algumas pessoas com EMPP.

O biomarcador para bandas oligoclonais, descreve um padrão em que uma amostra de fluido (tal como sangue ou fluido cerebrospinal) é separada em diferentes tipos de anticorpos e medida a sua atividade usando um gel. “Historicamente, a atenção tem-se centrado principalmente na bandas oligoclonais feitas de imunoglobulina G (IgG), que estão presentes em praticamente todos os pacientes, e que também podem ser úteis no diagnóstico de EM, mas não ajudam a prever a resposta ao tratamento”, diz o Dr. Amit Bar-Or, autor do estudo.

Então, Bar-Or e seus co-autores decidiram examinar bandas oligoclonais de imunoglobulina do tipo M (IgM), só presentes em cerca de 25% dos pacientes com EMPP – a maioria dos quais tem uma forma mais agressiva da doença. De acordo com o autor, estes casos que poderiam se beneficiar de imunoterapia.

No entanto, o estudo só foi realizado em uma amostra relativamente pequena – de 103 pacientes – portanto, os resultados estão longe de ser definitivos.
Ainda assim é um novo olhar e uma abordagem muito bem vinda!

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