ESPASMOS MUSCULARES E O STRESS : APRENDA COMO EVITAR

Compartilhe este post

Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter

 

ATIVIDADE FÍSICA REGULAR É A GRANDE ALIADA PARA COMBATER AS CONTRAÇÕES

Quem nunca sentiu uma contração muscular dolorosa da “batata” da perna (panturrilha) ou aquelas pequenas contrações que ocorrem na pálpebra? Estes são exemplos de fenômenos neurológicos que ocorrem ao nível do músculo ou suas porções mais delicadas (fibras musculares) e, muitas vezes, são desencadeados por estresse.

Existem diferentes tipos de espasmos musculares. Um tipo mais conhecido seria a câimbra, que nada mais é do que uma contração muscular dolorosa. A maioria das pessoas que tem cãibra apresenta estes espasmos musculares de natureza benigna como uma reação do corpo ao estresse. Mas outras causas bem mais complexas, como algumas doenças neurológicas e distúrbios hidroeletrolíticos, podem ser a fonte de câimbras frequentes. Nesses casos, procurar um especialista é fundamental.

Por outro lado, um tipo de espasmo muscular que não dói seriam as chamadas “mioquimias palpebrais”. Novamente, são em geral benignas e ocorrem, como o nome sugere, em uma das pálpebras, como se fossem pequenas contrações indolores nesta região. As mioquimias normalmente não são decorrentes de nenhuma situação específica senão estresse, mas casos de recorrência frequente, bilaterais ou associados a outras manifestações devem ser investigados por neurologista.

Enfim, tanto as câimbras como a mioquimia facial são exemplos de espasmos musculares com características diferentes, mas um ponto geralmente comum: estresse. Logo, atividade física regular sob orientação de professional habilitado, hidratação, alimentação equilibradas e técnicas de relaxamento podem ajudar a prevenir os espasmos musculares. Lembrando que o excesso também poderá ser ruim, como a prática extenuante de atividade física.

Texto original publicado por Minha Vida

Fonte: Minha Vida

Explore mais

Qualidade de Vida

10 mitos da esclerose múltipla

Por Maurício Brum, da Redação AME/CDD   Você certamente já ouviu falar da esclerose múltipla. Mas, até pelo nome da doença e pelo desconhecimento sobre