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Nada como um dia após o outro! Você está prestes a ler o relato de Luana dos Santos Lima sobre seu diagnóstico de Esclerose Múltipla. Boa leitura!

Aos 14 anos, sofria com muita tontura, então fui diagnosticada erroneamente com Síndrome de Meniére. Com 19 anos, perdi a sensibilidade do meu lado esquerdo do rosto até a cintura.

Depois de muitos exames, o diagnóstico de Esclerose Múltipla chegou para mim em 2019. Foi um período bem complicado porque o primeiro profissional neurologista que recebeu meus exames foi totalmente despreparado e sem nenhuma empatia. A frase que mais me marcou na consulta foi: “Você tem uma doença crônica, precisa de tratamento, mas eu não posso fazer nada por você“. A partir daí, entrei em um processo delicado de aceitação da doença. 

Não fui orientada de fato ao que estava acontecendo, tive um começo de depressão. Foi através do Instagram que conheci outros pacientes e outras histórias tão parecidas com a minha e, ao mesmo tempo, tão diferentes. Isso me ajudou a aceitar a EM e descobrir que é possível continuar a jornada da vida após um diagnóstico de uma doença sem cura. Sou a favor da boa informação e levanto a bandeira laranja para onde quer que eu vá.

Meu lema é que nenhum outro paciente precise passar pelo que passei, ao ponto de pensar que não teria mais vida a partir dali. Hoje, tenho sequelas como disfagia que me limitam com algumas coisas e que demandam um pouco de paciência, mas não há nada como um dia após o outro.

Confira mais relatos como esse na nossa live de Dia Mundial da Esclerose Múltipla, realizada em 28 de maio de 2024.

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